terça-feira, 3 de janeiro de 2012



O pequeno espaço do afeto, os grandes delicados sentidos, o ombro, o amigo, o calor recolhido, o pequenino grandioso sentimento cresce e floresce a cada nova manhã ensolarada com o cheiro de erva doce, de um doce tão sutil que o açúcar fica esquecido na doçura do encanto.
Ah, como posso sentir o palpável e ver o invisível? Apenas sentindo.
Corro, paro, ando e pedalo em busca daquele eu já tão pequenino que conquista aquele ser tão inventivo. A pretensão, a correção e a solução está em seus olhos pulsantes, coração lacrimejante e mãos pensantes.
Ah, o querer em meu ser é maior que o saber!
Vou sem rumo com viagem marcada em busca da esperança rumo ao coração invisível que possui aquele amor incompreensível. Não tenho hora marcada mas anseio pela chegada daquele que sempre me salvou, mesmo tendo em suas mãos a marca de tão grandioso AMOR.

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